Auditando - Odibar J. Lampeao

Março 18 2009

A harmonização contabilística


Introdução

Existem grandes diferenças nas práticas de reporting financeiro em empresas de diferentes países. Esta situação gera complicações para aqueles que elaboram, consolidam, auditam e interpretam os relatórios financeiros. As empresas como forma de evitar tais divergências, têm desenvolvido esforços no sentido de harmonizar e/ou standardizar os princípios contabilísticos.

A harmonização é um processo gradual de compatibilização de práticas contabilísticas e de definição do seu grau de variação, deve ser distinguida da normalização que pressupõem a total uniformização das regras.

A standardização implica a imposição de um conjunto de regras mais rígido, ou seja, menos flexível.

  No entanto, estas duas palavras não têm sido mais do que dois meros termos técnicos.

A harmonização é uma palavra que tende estar associada à legislação transnacional emanada da EU, por seu lado a standardização é muitas vezes associada às normas do IASC (International Accouting Standards Committee).

 Sabendo que a contabilidade é parte integrante do seu ambiente cultural, uma normalização total a nível internacional é considerada actualmente como impossível e até inútil. Com o objectivo de pôr em prática um processo que visa a redução das diferenças existentes, a harmonização deve, em primeiro lugar, tentar superar os principais obstáculos das comparações internacionais. Obs

 
Motivos, obstáculos e critérios de avaliação da harmonização

 As razões pelas quais são desejados internacionalmente os standards contabilísticos tem a ver com os cada vez mais diversos princípios contabilísticos utilizados num ou noutro país. Analistas e investidores necessitam de compreender toda a informação financeira relativamente a empresas estrangeiras em que estejam potencialmente interessados, tornando-se fundamental compreender que o reporting de diferentes empresas em diferentes países tem de ser fidedigno e comparável.

Por estes motivos várias instituições inter-governamentais, incluindo a EU, têm todo o interesse em proteger os investidores e suas esferas de influência. Também para as empresas multinacionais as vantagens da harmonização são muito importantes. A existência de uma plataforma de trabalho similar nas subsidiárias dos vários países permitiria facilitar enormemente o esforço e o tempo dispendido pelos contabilistas e os auditores dessas mesmas empresas. Para além de outros aspectos a harmonização desta informação auxiliaria os processos de tomada de decisão e a mobilização de staff de um país para outro.

As grandes empresas internacionais de contabilidade e auditoria são outro do elementos fortemente interessados na harmonização de todo o reporting financeiro, pois esses tornar-se-iam muito menos onerosos, pois muitos dos clientes destas empresas têm pelo menos uma subsidiária estrangeira.

Outro argumento pelo qual se invoca a harmonização contabilística, é a procura de eficiência das transacções internacionais. As empresas multinacionais são actualmente “obrigadas” a efectuar dois tipos de contabilidade: são elaboradas contas consolidadas conforme as normas do país da empresa-mãe, devido às exigências do mercado de capitais; e contas individuais para cada filial, estabelecidas segundo as regras e legislação local e que têm um princípio essencialmente fiscal. No caso, ainda de a empresa-mãe estar cotada em mais de uma localização financeira, um segundo conjunto de contas consolidadas é geralmente necessário para fazer face às exigências dos mercados de capitais estrangeiros. Assim sendo, mesmo que a auditoria da empresa seja efectuada por uma das “Big 6” a necessidade de se cingirem às exigências locais e de serem certificados os relatórios financeiros estabelecidos segundo os vários princípios contabilísticos, irá acrescer significativamente o custo da auditoria suportada pela empresa.

Como exemplo, podemos referir que se um fundo de pensões austríaco desejar investir em acções de uma empresa espanhola, terá uma certa dificuldade na avaliação da performance da empresa, se não conhecer os métodos contabilísticos adoptados em Espanha, e também os factores culturais são susceptíveis de influenciar tal avaliação.

A falta de uniformidade e também de comparabilidade das informações contabilísticas constituem indubitavelmente também um obstáculo aos investimentos internacionais.

As sociedades multinacionais gerem a diversidade dos sistemas contabilísticos de múltiplas formas. Podem em primeiro lugar estabelecer vários conjuntos de contas. As empresas cotadas em bolsas internacionais devem descrever o seu estado financeiro o mais aproximado dos princípios contabilísticos aceites nos EUA (USGAAP), ou seja, similares às normas aplicadas nos EUA. Outro problema que pode surgir para as multinacionais é a avaliação dos capitais próprios e do resultado que podem vir a ser representados de duas maneiras diferentes. Esse problema pode não afectar substancialmente os especialistas em contabilidade por estarem conscientes de que os conceitos são relativos, em que o montante depende das regras de avaliação (nomeadamente os utilizados para o cálculo das amortizações e da avaliação de stocks).

Uma outra forma de abordar esta problemática é utilizar as normas do país de origem unicamente para estados que sejam financeiramente individuais ( que na maior parte dos países são aqueles que só têm uma incidência fiscal), e estabelecer contas consolidadas à escolha de entre as opções oferecidas pela regulamentação nacional, ou as que mais se aproximarem das USGAAP. É costume que muitas empresas se recusem ser cotadas em bolsa nos EUA ou noutros países, para não terem que elaborar dois relatórios financeiros. Mesmo que as empresas não sejam obrigadas pelas exigências bolsistas a prestar contas segundo outros princípios, que não os utilizados no seu país de origem, elas podem ser conduzidas a fazê-lo por forma a dar resposta aos seus eventuais parceiros estrangeiros, em particular aos investidores, aos clientes e fornecedores. Para as empresas multinacionais tornou-se bastante importante a conciliação dos seus desejos com o dos seus investidores.

Surge-nos outra questão que merece ser assinalada. As filiais estrangeiras elaboraram a sua contabilidade conforme as regras locais, para fazer face aos seus fins fiscais, enquanto que ao ser elaborada a consolidação de contas esta deve ser feita segundo os princípios contabilísticos da empresa-mãe. Como forma de resolver esta questão, muitas empresas multinacionais aplicam os princípios contabilísticos da empresa-mãe a todo o grupo, pois vai facilitar a consolidação e a avaliação das performances no seio do grupo. No fim de exercício solicita-se a empresas de auditoria que estabeleçam a ligação entre a situação financeira elaborada e a legislação e administração fiscal local. (Em países onde existe um plano oficial de contabilidade pode ser exigido à empresa ter duas contabilidades). Outra forma de resolução é aplicar os princípios locais e quando necessário converte-se os montantes obtidos para efeitos de consolidação. Esta situação também é constantemente praticada, mas tem como inconveniente a difícil comparação das performances das várias filiais que utilizam métodos de avaliação diferentes.

Num cenário de uma União Económica a falta de uniformidade conduz às mesmas ineficiências internas e prejudica a livre circulação de capitais, de bens e serviços mesmo que a autoridade política tente reduzir tais obstáculos, como é o que se tem tentado fazer no seio da União Europeia.

Outra questão que se coloca é saber se a harmonização deve abranger todo o tipo de empresas ou deve ser limitada a empresas cotadas em bolsa, e a sociedades de capitais.

 É certo que a harmonização é estritamente necessária para empresas cotadas na bolsa, pois facilita as transacções nos mercados de capitais internacionais. Mas fica sempre como ponto aberto em discussão se deve ou não deve ser igual para todas as empresas.

No que diz respeito ao estabelecimento de contas anuais, existe o objectivo essencial que é a distribuição dos benefícios ou lucros, objectivo esse que está directamente ligado com as preocupações fiscais. Noutras empresas, o objectivo principal é fornecer informação financeira aos mercados de capitais. No primeiro caso, estamos perante um sistema contabilístico dominado pela prudência e escolha de métodos que minimizem os resultados. No segundo caso, as empresas são encorajadas a tomar decisões decisões que permitam acrescer a rendibilidade aparente. Essas diferenças não são susceptíveis de desaparecer com um simples toque de magia. Uma harmonização eficaz só pode ser implementada se a envolvente económica, cultural e social, estiverem igualmente inseridas num contexto de uniformização em todos os estados (regulamentação fiscal, o direito das sociedades, modos de financiamento, etc).

táculos à harmonização

O obstáculo fundamental à harmonização é a dimensão das diferenças entre as práticas contabilísticas de diferentes países. Isto significa que se o reporting financeiro varia de país para país será razoável dizer que o seu significado também. Uma da formas de se contornar este problema é a elaboração de dois relatórios financeiros: um para consumo doméstico outro para consumo internacional.

A falta de entidades nacionais, profissionais e reguladores no domínio da contabilidade nalguns países é outro dos obstáculos. Quando esta situação acontece, a função do IASC torna-se bastante difícil e pouco objectiva.

Outro dos problemas tem a ver com o nacionalismo exacerbado. Nalguns países, a recusa ou o não cumprimento de determinadas normas contabilísticas está relacionado unicamente com o manter da soberania e a não aceitação de outros valores estrangeiros, ou então corresponde à total falta de interesse e conhecimento de novos e mais modernos princípios contabilísticos.

Temos ainda outra dificuldade ou obstáculo também relacionado com a implementação de standards contabilísticos, que é o chamado efeito das consequências económicas que daí possam advir. Este problema pode por si só vir a provocar uma impossibilidade a não ser implementada a harmonização contabilística.

Como foi visto anteriormente, as regras contabilísticas de cada país foram evoluindo ao longo dos tempos por forma a responder às necessidades da envolvente social, cultural e económica de cada país, mas que com a implementação de uma harmonização seriam quebradas porque, tal como o nome indica, seriam elaborados conjuntos de regras comuns. É de salientar que a heterogeneidade das prioridades e dos objectivos contabilísticos e financeiros entre países representa outro obstáculo à harmonização.

Para as empresas a harmonização tem um custo. Uma alteração dos métodos contabilísticos pressupõe também uma alteração nos relatórios financeiros da empresa e  os utilizadores dessa informação têm de ter consciência dos efeitos dessas alterações. A nível interno a empresa suporta igualmente os custos de formação e de adaptação informática, mas de uma maneira geral esses custos serão muito mais onerosos para pequenas empresas do que para grandes empresas, pois estas últimas têm maior facilidade em repartir esses custos que são na sua maioria fixos.

 Organismos de harmonização contabilística

O desejo de harmonização não passou despercebido no seio das diversas instituições que revelam interesses pela contabilidade. Muitas iniciativas foram desenvolvidas de maneira a que se tentasse resolver a questão da harmonização contabilística. As iniciativas mais importantes foram as do IASC (International Accouting Standard Committee), e as da União Europeia. Mas também existiram outras contribuições valiosas por parte de organizações como a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) e a Conferência das Nações Unidas sobre o Comércio e o Desenvolvimento (CNUCED).

Fonte: http://www.gesbanha.pt/contab/contintt.htm#ha

publicado por ojpeao às 16:56

Março 18 2009

 

 

 

 

1. Que importância tem o estudo da Auditoria para o curso de Contabilidade e Gestão?

 

Resposta:

O curso de Contabilidade e gestão, habilita um individuo como profissional competente em Contabilidade e Gestão, isto é, conhecedor dos procedimentos e processos de gestão, seu papel, importância e pertinência, bem como conhecedor de procedimentos e processos através dos quais se faz registo de factos financeiros, controlo, contabilização e produção de informação financeira, não só. Nesta acepção, um individuo em processo de formação em contabilidade e gestão, ao conhecer a auditoria como ciência, estará preparado para perceber  interacção de um gestor e a auditoria, de um contabilista e a auditoria, e da necessidade de, como profissional de contabilidade e gestão ter que respeitar as normas e procedimentos aceites, porque a sua actividade acabará sendo um dia, alva de auditoria e, em casos de irregularidades substituir a sua imagem de bom profissional com a de mau profissional. Do mesmo modo, como estudante ou profissional, perceberá que o papel da auditoria não é o de policia, de andar em busca de irregularidades, mas de apreciar procedimentos e processos e dar um parecer, bem como contribuir, acrescentando valor na organização no alcance das metas predefinidas, assessorar a direcção/gestão na tomada de decisões (Auditoria interna) e garantir aos parceiros da organização sobre a veracidade, fiabilidade e efectividade da informação financeira apresentada pelos gestores e contabilistas.

 

2. Quatro factores dão qualidade a informação financeira. Diga quais (0,5v) e explique um deles

 

Resposta:

Compreensibilidade, relevância, fiabilidade e comparabilidade

Explicar apenas um dos factores.

 

A Relevância aplicada à Informação Financeira, avalia o impacto da informação nos utentes. Tem em conta as decisões destes e a avaliação que estes fizeram da informação. A Relevância da informação está intimamente ligada ao tempo; quanto mais demorado o lançamento de determinados dados, menor o valor da relevância.

 

A fiabilidade avalia a capacidade da informação de estar livre de erros, omissões e juízos prévios, aquando da sua disponibilização aos utentes. Os dados devem também estar correctamente expostos, sendo a informação financeira mostrada não somente na sua forma legal mas na sua substância e realidade económica. Está intimamente ligada à Relevância, pois, quanto mais correcta for a informação, melhor será utilizada pelos utentes.

 

A Comparabilidade é a qualidade da informação de poder ser comparada. Isto significa que a informação deve ser apresentada de uma forma normalizada, de modo a melhor poder ser compreendida e comparada com outros dados pelos utentes.

 

Compreensibilidade: Esta característica, introduzida pelo Sistema de Normalização Contabilística, determina a capacidade da informação financeira de ser compreendida pelos utentes.

 

3. Exiba três diferenças entre auditoria interna e externa.

 

Dentro da tabela poderia seleccionar apenas 3 elementos.

 

 

Auditoria Interna

Auditoria Externa

Propósito do trabalho

Analise da actividade operacional

Emissão de opinião sobre DF´s

Parâmetros do trabalho

Normas de Controlo Interno, Politicas e procedimentos da entidade

Princípios fundamentais de contabilidade

Preocupação com os controlos internos

Eficiência e qualidade do controlo

Efeitos relevantes nas DF´s

Dependência Profissional

Dependência profissional

Independência profissional

Formas de relatório

Não padronizados

Padronizados

Principais usuários

Gestão

Accionistas, Mercados de capitais, Gestão, Credores

 

 

 

4. Assinale a opçao verdadeira

a) As auditorias máximas diferem das conhecidas por detalhadas

b) As auditorias por provas são auditorias por amostragem.

c) As Normas Internacionais de Contabilidade não referem o Balanço como uma DF.

d) Pelo seu alcance as auditorias podem ser sistemáticas, periódicas ou eventuais.

 

Resposta:  

 

5. Em breves palavras, historie a Auditoria até os dias de hoje.

 

A auditoria como é entendida nos dias de hoje, surgiu, segundo alguns autores, no Reino Unido, em decorrência da  Revolução Industrial e do desenvolvimento industrial consequente, donde surge como uma actividade de certificação das contas apresentadas, de confirmação da veracidade dos elementos apresentados. Se expande pela via da internacionalização das empresas e mercados e da necessidade de os parceiros das empresas terem uma confirmação da veracidade  e fiabilidade da informação financeira, passando em alguns países a ser uma obrigação a existência de auditoria na estrutura de empresas. Hoje com o papel de apoio a gestão muitas empresas encontram na auditoria um suporte para o alcance de seus objectivos a traves das suas diversas formas.

 

6. O que entende por procedimentos analíticos?

 

Procedimentos analíticos são as avaliações de informação financeira feitas por meio do estudo de relacionamentos plausíveis não só entre dados financeiros como entre dados não financeiros, abrangendo a investigação de flutuações  e relacionamentos identificados que sejam consistentes com outra informação relevante ou que desviem significativamente das quantias previstas.

 

7. Baseando-se nos conceitos básicos de Auditoria e usando estes, defina Auditoria Financeira.

 

Os conceitos básicos são: Exame, Demonstrações financeiras, Normas de Auditoria,

Qualificação do Auditor, Independência e Opinião ou Parecer.

 

Neste sentido Auditoria Financeira é o exame das demonstrações financeiras feito por

profissionais independentes e qualificados, tendo em conta normas de auditoria, com

a finalidade de emitir um parecer ou opinião sobre a conformidade das DF´s.

 

8. Esboce um Organigrama em que a Auditoria se subordina ao Departamento Financeiro e refira as implicações de tal paradigma

 

A

C

D

E

F

B

H

I

J

K

G

 

A – Direcção, C – Departamento financeiro, F – Auditoria.

 

Implicacoes: Esta é uma deformidade em nível de estrutura organizacional, pois subordina o auditor interno a uma chefia que comanda um departamento da empresa, que será alvo de seu trabalho. Fatalmente haverá o constrangimento profissional, e a perda da autonomia, condição indispensável à realização de um trabalho adequado. Do mesmo modo reduzirá gravemente a qualidade dos trabalhos da auditoria, reduzirá acredibilidade dos auditores (integridade) e tornará o auditor dependente em certa medida, o que contrasta com paradigma aceite.

 

9. Em decorrência de uma auditoria Externa, por se ter constatado falhas graves no Sistema de Controlo Interno da Empresa Jon & Job, os auditores decidiram demitir o Gestor do Departamento de Gestão de Risco e a posterior comunicar tal medida ao Conselho Administrativo.

a) Que juízo de valor faz do acima exposto? Justifique.

 

Embora se tenham identificado falhas graves no SCI, aos auditores caberia apenas constatar e averiguar os factos materiais que suportam tal situação e por fim emitir um parecer ou opinião, ou numa outra acepção, no contexto da gestão do risco, enviar a direcção os elementos de acessoria na tomada de decisão, cabendo exclusivamente aos gestores a tomada de decisão. Dai, podermos afirmar que a atitude da auditoria quanto a demissão do gestor é negativa, desajustada as boas práticas da classe, das normas e do aceitável. A auditoria não toma decisões, mas muitas decisões emanam do trabalho dos auditores.

 

b) No ano seguinte uma outra auditoria Externa detectou que na auditoria passada os auditores, propositadamente, não divulgaram todos os factos materiais de seu conhecimento, implicando numa distorção da informação constante do relatório por aqueles produzido. Que apreciação faz (argumentando) da conduta ética dos primeiros auditores; e dos segundos?

 

Os primeiros auditores não foram éticos violando o principio da objectividade e as regras inerentes, uma vez que apresentaram informação distorcida em decorrência da omissão de factos materialmente relevantes. Pelo sucedido, reduziram a confiança percebida da classe, violando concomitantemente o principio da integridade.

 

Em relação aos segundos auditores, estes cumpriram com todos os princípios éticos e regras de conduta deles esperados, isto é, foram íntegros, mantendo e promovendo a confiança na classe.

 

10. A empresa Modernidade S.A. possui controles internos rígidos com relação à emissão e à autorização de pagamentos por meio de cheques. Exige sempre assinatura de dois procuradores da empresa. O gerente financeiro e o director financeiro possuem procurações para exercer essa função. O auditor, ao entrar na sala do gerente financeiro, percebe uns cheques sem preenchimento de valores, assinado pelo director financeiro. Indique, nas opções abaixo, o procedimento técnico básico que o auditor está aplicando:

a) observação b) indagação c) cálculo d) procedimento analítico e) inspecção.

 

Resposta: A.

 

publicado por ojpeao às 16:46

Março 18 2009
  • Relevância e Materialidade

A Relevância, aplicada à Informação Financeira, avalia o impacto da informação nos utentes. Tem em conta as decisões destes e a avaliação que estes fizeram da informação. A Relevância da informação está intimamente ligada ao tempo; quanto mais demorado o lançamento de determinados dados, menor o valor da relevância.

A Materialidade é uma divisão da Relevância que mede o impacto desta. Normalmente, mede o impacto em termos materiais, isto é, quais foram os impactos materiais e financeiros quando a informação financeira foi providenciada aos utentes.

  • Fiabilidade

A fiabilidade avalia a capacidade da informação de estar livre de erros, omissões e juízos prévios, aquando da sua disponibilização aos utentes. Os dados devem também estar correctamente expostos, sendo a informação financeira mostrada não somente na sua forma legal mas na sua substância e realidade económica. Está intimamente ligada à Relevância, pois, quanto mais correcta for a informação, melhor será utilizada pelos utentes.

  • Comparabilidade

A Comparabilidade é a qualidade da informação de poder ser comparada. Isto significa que a informação deve ser apresentada de uma forma normalizada, de modo a melhor poder ser compreendida e comparada com outros dados pelos utentes.

  • Compreensibilidade

Esta característica, introduzida pelo Sistema de Normalização Contabilística, determina a capacidade da informação financeira de ser compreendida pelos utentes.

 

 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Informa%C3%A7%C3%A3o_Financeira#Caracter.C3.ADsticas_Qualitativas_da_Informa.C3.A7.C3.A3o_Financeira , acedido a 15 de Março de 2009

publicado por ojpeao às 14:51

Espaço promovido com o intuito de fornecer alguma informaçao aos interessados em Auditoria e Iniciantes no conhecimento da mesma. Especialmente para os estudantes que me têm como coordenador nesta área de conhecimento. Dúvidas, ojpeao@hotmail.com
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